Ago 28

Como setembro é o mês da Bíblia, fizemos um apanhado sobre a Sagrada Escritura para o curso de formação deste mês:

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Ago 01

Alguns temas:

  • Cain e Abel
  • Qual é a Boa Nova para o homem?
  • O que significa a palavra “Encarnação”?
  • Como se harmonizam entre si as duas vontades do Verbo encarnado?
  • O que representa o Coração de Jesus?
  • O que significa “Imaculada Conceição”?
  • Como colabora Maria com o desígnio divino da salvação?
  • O que significa a concepção virginal de Jesus?
  • Em que sentido Maria é “sempre Virgem”?

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Dogmas Católicos: fonte Wikipédia

Jul 02

Alguns temas:

  • Criação do Homem
  • Por que foram feitas duas narrações?
  • Existiram Adão e Eva?
  • A mulher foi tirada da costela do homem?
  • A árvore a maçã e a cobra.
  • A providência divina
  • Por que o mal existe?
  • Curiosidades

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Mai 08

Recordando: símbolos da fé.

Início do estudo do Credo.

“Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do seu e da terra”.

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Mar 03

Temas: Por que e de que modo a revelação divina se manifesta?
O que é a Tradição Apostólica?
Como se realiza a Tradição Apostólica?
Que relação existe entre a Tradição e a Sagrada Escritura?
A SAGRADA ESCRITURA
Antigo e Novo Testamentos

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Nov 30

Mitos e verdades sobre o Natal

 Com o nascimento de Jesus, começa uma nova era na história dos homens com Deus. É por isso que o nosso calendário conta os anos “depois de Cristo”. Na pessoa de Jesus de Nazaré, é o filho de Deus – ele próprio Deus – quem vem ao mundo para ser nosso irmão. É por isso que não podemos evocar seu nascimento sem evocar a Deus. São Mateus e São Lucas também não podem relatar seu nascimento como narrariam o de uma criança qualquer. No seu Evangelho, não narram apenas o que aconteceu, mas também – para dar testemunho da plena verdade – o que os acontecimentos significam no projeto divino. Ambos insistem no fato de que Jesus, o salvador, nasceu de uma virgem, pelo poder do Espírito Santo.

 

A típica história que nós repetidamente ouvimos é:

 

“Na noite de 25 de Dezembro, cerca de 2000 anos atrás, Maria se dirigia a Belém montada em um jumento, à beira de dar à luz o seu bebê. Embora fosse uma emergência, todas as hospedarias lhes negaram abrigo. Então eles tiveram Jesus em um estábulo. Em seguida, os anjos cantam aos pastores, e depois todos se juntam aos três reis magos montados em camelos no louvor ao silencioso recém-nascido.”

 

O problema é que essa história pode estar muito longe do que realmente aconteceu. Os eventos que rodearam o nascimento têm sido recontados tantas vezes de tantas formas - em peças, poesias, livros e filmes - que a maioria das pessoas têm uma visão distorcida dos verdadeiros eventos. O único registro preciso é o que se encontra na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

 

Maria montou num jumento para chegar em Belém? Talvez, mas há várias outras possibilidades. A Bíblia não diz como ela chegou a Belém. Diz apenas que ela foi acompanhada por José.

 

Maria chegou a Belém na noite em que ela deu à luz? A Bíblia não sugere isso. Eles podem ter chegado semanas antes. A Palavra de Deus simplesmente diz: “E aconteceu que, estando eles ali [em Belém], se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz” (Lucas 2,6). Chegar na cidade bem antes dessa data faria mais sentido. A jornada de Nazaré a Belém normalmente durava três dias.

 

José ou Maria falaram com algum hoteleiro? Talvez, mas não há razões bíblicas fortes para acreditar que sim. Embora hoteleiros sejam importantes personagens em muitas peças de Natal, nenhum hoteleiro é realmente mencionado no registro bíblico do nascimento de Cristo. Além do mais, é bem possível que Maria e José tenham na verdade se hospedado numa casa com parentes, não em algum tipo de hotel dos tempos bíblicos.

 

Jesus nasceu em um estábulo? Ou em um celeiro? Ou em uma caverna? A Bíblia não menciona nenhum desses três lugares em conexão com o nascimento de Cristo, menciona apenas uma manjedoura. A Escritura diz apenas que eles deitaram Jesus em uma manjedoura porque não havia nenhum lugar para ele no quarto de hóspedes. Maria necessitava de um lugar tranqüilo e isolado para o parto.

A palavra grega usada na Escritura é kataluma, e pode significar quarto de hóspedes, alojamento ou hospedaria. Na única outra vez que aparece no Novo Testamento, essa palavra significava um quarto amplo e mobiliado de um sobrado, dentro de uma casa particular. É traduzido como quarto de hóspedes, não como hotel (Marcos 14,14-15). Jesus provavelmente nasceu na casa de parentes, mas for a da sala e do quarto de hóspedes.

A vaca e o jumento junto da manjedoura conforme representado nos presépios, resulta de uma simbologia inspirada em Isaías 1,3. Não há nenhuma informação fidedigna que prove que havia animais junto do recém-nascido Jesus.

 

Três reis magos montados em camelos estavam presentes no nascimento de Jesus? A Bíblia não fala que nenhum rei ou camelo visitou Jesus. Ela menciona que homens sábios (”magos”) foram, mas não diz quantos. Nenhum dos primeiros Pais da Igreja sugeriu que os magos eram reis. Como a palavra “magos” usada na Bíblia está no plural, havia aparentemente ao menos dois deles, e pode ter havido mais - até mesmo muitos mais deles. A Bíblia menciona apenas que três presentes caros foram dados por eles - ouro, incenso e mirra, mas isso não indica necessariamente o número dos magos. Não há prova de qual era o país de origem desses homens.

 

O menino Jesus apresentado no Templo.

Antes que os magos chegassem a Belém, Jesus viajou para Jerusalém, para ser apresentado no Templo, e de lá voltou a Belém. (Lucas 2, 21-22).

E mais, os sábios homens claramente não visitaram Jesus enquanto ele ainda estava deitado na manjedoura, como é comumente apresentado em cartões e peças. Os magos não chegaram até algum tempo depois da apresentação de Cristo no Templo em Jerusalém (Lucas 2,22-39).

Nesse momento, a Escritura se refere a Jesus como uma “criança”, não como um “bebê”. É possível que o pequeno Jesus já estivesse andando e falando então. Com base nos cálculos do Rei Herodes e dos magos (Mateus 2:16),Jesus podia já ter dois anos ou menos.

 

Jesus Cristo nasceu antes de Cristo

 

Em 1650, o arcebispo irlandês James Usher fez as contas e concluiu que Deus criou o mundo às 15h30 do dia 23 de outubro de 4004 a.C. Errou, mas inventou a expressão “antes de Cristo”, que usamos até hoje.

Um abade de Roma, no século VI, fixou a suposta data em que Jesus teria vindo à Terra. Seu nome era Dionísio, o Exíguo (500-560), ou Pequeno Dionísio. Acontece que os cálculos estavam errados. Apesar da falha, a cronologia do abade foi aceita pelos cristãos de todos os continentes.

Dionísio partiu de um episódio marcante - a fundação de Roma -, cuja data estava registrada nos arquivos da cidade. Aí, ele também encontrou a duração de todos os reinados romanos desde essa época. Assim, verificou que tinham se passado 726 anos desde a fundação da cidade até a posse do imperador Augusto. Esse número era importante porque, segundo os dados levantados por Dionísio, Cristo havia nascido 27 anos depois dessa posse, durante o período em que Herodes governou a Palestina. Fazendo a soma, o abade concluiu que o nascimento ocorrera 753 anos após o surgimento de Roma.

Estaria tudo bem se Dionísio não tivesse cometido um deslize. “Ele provavelmente deixou de contar um período de quatro anos durante o qual o imperador Augusto governou com seu nome de batismo, Otávio, entre 27 e 31 a.C”.

Segundo a Bíblia, Herodes tentou matar Cristo quando esse era ainda bebê. O historiador judeu Flavius Josephus (37-100) diz que o famigerado Herodes morreu no mesmo mês de um eclipse lunar que, para os astrônomos, ocorreu com toda a certeza em 4 a.C. Então, é claro que Cristo tem que ter nascido antes do ano 4 a.C.

De uma maneira ou de outra, aos poucos o calendário de Dionísio ganhou aceitação popular e por volta do ano 1000 já tinha se espalhado por toda a Europa.

O papa italiano Gregório XIII (1502-1585) entrou para a História com a fama de ter sido o responsável pelo calendário que usamos (gregoriano). Chefiando uma comissão de matemáticos e astrônomos, ele ordenou pequenos ajustes no sistema de medida de tempo dos romanos e, em 1582, oficializou o costume de contar o tempo a partir do nascimento de Jesus Cristo.

 

 

O ano está errado e o dia também

 

Se o ano não está correto, o dia exato do Natal é simplesmente desconhecido. “A data de 25 de dezembro só foi instituída por conveniência política”, afirma o astrônomo Othon Winter. “A Bíblia não diz em nenhum lugar quando nasceu o filho de Deus.” Sem a dica da data certa, diversas regiões da Europa e do Oriente Médio escolheram dias diferentes para comemorar o Natal, embora mais tarde aderissem à orientação romana.

Não se sabe o motivo dessas opções, a não ser no caso em que a data tornou-se a mais popular, o 25 de dezembro: esse era o dia festejado pelos romanos como o aniversário do deus persa Mitra, que não tem nada a ver com o cristianismo, mas era muito popular naqueles tempos. Como Roma era a capital da cristandade e a cidade mais importante do mundo à época, sua data se impôs, prevalecendo até hoje. Vencida pelos fatos, a Igreja a adotou oficialmente em 440.

Aliás, o próprio Novo Testamento parece indicar que a data de 25 de dezembro está errada. O Evangelho de Lucas afirma que Jesus é seis meses mais novo que João Batista, que diversos registros indicam ter nascido em 27 de março. Nesse caso, o verdadeiro Natal cairia no final de setembro.

 

 

Presépio

 

A tradição católica diz que o presépio (do lat. praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebrada a Missa de Natal.

O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália, das casas nobres européias até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no século XVIII. Sua popularidade se estendeu ao longo do século XIX, e na França, não o fez até inícios do século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único símbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.

 

 

Fontes:

ChristianAnswers.net

http://www.christiananswers.net/portuguese/christmas/mythsaboutchristmas-pt.html

Revista Superinteressante

http://super.abril.com.br/superarquivo/2006/conteudo_192443.shtml?pagina=1

http://super.abril.com.br/superarquivo/1999/conteudo_118033.shtml

Wikipedia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal

 

Eu Creio – Pequeno Catecismo Católico

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Nov 23

Parte do Projeto “Aprender para ir sempre mais alto”

Curso de formação do TLC de Avaré

Assuntos tratados nesta parte:

  • Eu Creio – Nós Cremos
  • O que significa Crer?
  • Fé teológica ? Fé sinônimo de confiança, esperança
  • O HOMEM É “CAPAZ” DE DEUS
  • “Deus é pai, não é padrasto”?
  • Deus não existe, Deus É.
  • Qual é o nome de Deus?
  • Cuidados ao ler a Bíblia: cena e fato
  • Formação do texto bíblico.

Texto completo em PDF: Curso de formação - parte 2

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Out 08

Aprender Para ir Sempre Mais Alto

Curso de Formação – TLC – Avaré

 

 

INÍCIO DO ESTUDO DO CATECISMO – PRÓLOGO

 

a) PRÓLOGO - Começamos com a Oração sacerdotal de Jesus (Jô 17,3) – “a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o Deus único verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo”.

Conhecimento se refere ao conhecimento Bíblico, isto é, não uma operação puramente intelectual, mas da “experiência” de uma presença. Essa presença se concretiza na Revelação do Pai pelo Filho Jesus Cristo.

Seja salvos e Conhecimento da verdade (1 Tm 2,3-4) – A salvação é o conhecimento da verdade , verdade que é Jesus Cristo, o que comporta a experiência pessoal de cada um , como diz (Jo 8,32) “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará).

 

1 – A VIDA DO HOMEM – CONHECER E AMAR A DEUS

 

Parágrafo 1 a 5

  • Pura bondade – Deus é GRAÇA – (bondade que se irradia) como a luz do Sol que ilumina todos os caminhos, aquece todos os corações. Se dá a todos (GRATUIDADE)

  • GRAÇA = do grego Charis = Gratuidade

Daí Carisma – dons do Espírito cf 1Cor 12,1s

  • Participar de sua vida – (Aliança)

  • Convoca todos os homens dispersos pelo pecado… Faz isto por meio do Filho… no Espírito Santo - Pelo mistério da encarnação , tornamo-nos filhos adotivos de Pai, Assim somos filhos no Filho. Somos ramos na Videira.

 

  • Cristo enviou os apóstolos.

Do grego apostelo = enviado

O apóstolo do Pai, o enviado do Pai é Jesus Cristo e Ele envia os seus apóstolos.

  • Sinais – do grego (semeion) = milagres

 

Acolheram o chamado…. Responderam livremente… Impulsionados… a anunciar.

“Quem não procura evangelizar é por que ainda não foi evangelizado” (João Paulo II)

“Eis que faço novas todas as coisas” (Apc 21,5) No entanto não haverá humanidade nova, se não houver em primeiro lugar homens novos, pela novidade do Batismo e da vida segundo o Evangelho cf (Ef 4, 23-24)

 

II – TRANSMITIR A FÉ – A CATEQUESE

 

 

  • Catequêo = ecoar

O primeiro anúncio é Jesus – “porém não basta o Kerigma (anúncio da Boa Nova) – Jesus, que morreu, que foi ressuscitado, enviou seu Espírito Santo, disso nós somos testemunha”.

Esse despertar da fé precisa ir sendo vivenciado, experimentado na vida. A evangelização é assim um processo gradual – permanente – de educação da fé. Assim tem início com a criança, mas deve avançar para o jovem e para o adulto, durante toda a vida.

 

Há uma diferença entre pescar e pastorear, entre kerigma e catequese

 

  • Pescar >>>>>>>> pregação missionária – trabalho de ir de casa em casa na busca das pessoas que ainda não foram batizadas, ou que estão afastadas da igreja – Trabalho missionário , querigmático – mais gente para dentro da barca – Igreja.

  • Pastorear >>>>>> catequese - busca a razão de crer, é trabalho de educação, de alimentar a fé, aprofundar os conhecimentos, vivenciar a doutrina.

 

IV ESTRUTURA DESTE CATECISMO

 

1º - Profissão da fé batismal (Símbolo)

2º - Os mistérios da fé (sacramentos)

IV Pilares. 3º - A vida da fé (os mandamentos)

4º - A oração do crente (Pai-Nosso)

 

Parte I – A profissão de Fé

 

Seção I – Em que consiste a Revelação (Deus se dirige e se doa ao homem – GRAÇA)

A Fé (o homem responde a Deus)

Seção II – O Símbolo da fé - a) A fé em um só Deus – Pai todo-poderoso – Criador

b) Jesus Cristo – Filho – Nosso Senhor – Salvador

c) Espírito Santo – na Santa Igreja

Os mistérios da fé – Sacramentos

 

Seção I – Como a Salvação se torna presente

Seção II – Os sete sacramentos

 

A vida da fé – os mandamentos

 

Seção I – O fim último do homem – as bem-aventuranças

Seção II – Os dez mandamentos de Deus.

 

A oração na vida da fé

 

Seção I – Importância da oração na vida do cristão

Seção II – A Oração do Senhor – O Pai-Nosso

 

 

PRIMEIRA SEÇÃO – EU CREIO – NÓS CREMOS

 

 

1ª seção Cap. I – O homem é capaz de Deus

Revelação natural. via cosmológica

via antropológica

 

Revelação sobrenatural – história de Israel

 

2ª seção. Creio. Creio em Deus Pai

Creio em Deus Filho

Creio em Deus Espírito Santo.

 

Eu Creio - porque a fé em primeiro lugar é uma adesão pessoal

Nós Cremos - a fé é uma adesão pessoal, mas não isolada.

 

Revelação = (apocalypsis) – 2ª parte do documento 26 (Teologia da revelação)

 

Em todas as épocas e entre todos os povos, os homens procuram a Deus. Procuram-No para aprender Dele a compreender-se e a compreender o mundo. Todo homem pode reconhecer a obra de Deus na ordem diversificada da criação. As obras são o reflexo Daquele que as criou.

 

Deus vem ao encontro do homem: revelar-se

  1. Revelação natural (revelação impropriamente dita) – leva o risco de se cair no panteísmo. O panteísta é aquele que acredita e/ou tem a percepção da natureza e do Universo, como divindade.
    (tudo me fala de Deus, mas Deus mesmo não fala).

 

Vias – cosmológica – (o mundo) – as obras de Deus

  • Antropológica – (o homem) -

 

b) Revelação sobrenatural – (revelação propriamente dita)

(é Deus quem fala – vai do povo de Israel até a plenitude em Jesus Cristo).

 

Tal é a experiência da fé entre os homens da primeira Aliança; deve ser também a minha:

 

  • Saber que Deus existe para todos os homens; que conhece e que os ama. Ter confiança nele.

  • Estar certo de que Deus existe para mim, que me conhece e que me ama.

  • Amar a Deus com todo o meu coração, com todas as minhas força vitais e com todas as minhas faculdades.

  • Escutar a sua palavra, fazer a sua vontade, dizer sim ao seu projeto de amor e paz para comigo.

 

Com Jesus Cristo a revelação atingiu a plenitude. Depois de Jesus não há mais progresso na revelação. Há progresso na compreensão humana da revelação. (Se puder consulte o documento Dei Verbum – documento sobre a divina revelação).

 

 

Quem quiser, baixe o arquivo em PDF, com formatação correta: Curso de Formação - parte 1

Ago 30

Aprender para ir sempre mais alto é um projeto de formação dos Telecistas, visando aprender um pouco mais sobre a religião e a igreja que tanto amamos.

Necessidade da formação:

Quando fazemos um TLC, atendemos a um chamado de Deus, que nos convida a uma transformação de vida.

No curso somos convidados a olhar para trás, analisar tudo que fizemos de certo e errado, os caminhos que seguimos, as escolhas que tomamos.

Refletimos sobre tudo para então sermos apresentados a um outro caminho, podemos ver e acreditar que podemos dar um outro rumo à nossa vida.

Somos apresentados a Jesus Cristo de um modo todo especial e vemos como ele deve ser sempre o centro de nossa vida.

Somos convidados também, não pela coordenação ou pelo chefe do curso, mas pelo próprio Jesus, a levar essa a todos a Verdade que conhecemos. Se o TLC é para muitos um momento de reencontro, de aproximação, de transformação, também é, como o próprio nome diz, um “treinamento para líderes cristãos”.

Jesus não quer passividade, quer pessoas ativas na sociedade, que defendam a justiça e que propaguem o amor.

Muitos são os que precisam conhecer o amor de Deus e nós somos a ponte até eles.

“Ide e evangelizai.”. “Levai a Boa Nova a todos.”

Mas o que é Evangelizar?

Se divide em dois itens principais, que é o Kerigma e o Querusso

Kerigma é o anúncio, a proclamação da mensagem

O kerigma privilegia o entusiasmo

Querusso Formar a Igreja – Aqui nasce a catequse, processo gradual, permanente de educação na fé.

A catequese privilegia o entendimento

O primeiro anúncio é Jesus – “porém não basta o Kerigma (anúncio da Boa Nova) – Jesus, que morreu, que foi ressuscitado, enviou seu Espírito Santo, disso nós somos testemunha”.

Esse despertar da fé precisa ir sendo vivenciado, experimentado na vida. A evangelização é assim um processo gradual – permanente – de educação da fé. Assim tem início com a criança, mas deve avançar para o jovem e para o adulto, durante toda a vida.

Infelizmente, o que acontece com a maioria dos leigos (cristãos “atuantes”), é que ficamos no Querigma e não temos praticamente nada de catequese.

Existe a catequese de crianças, sem que elas tenham tido o querigma…. depois nunca mais estudamos.

Entramos na escola aos seis, sete anos. Vão-se 11 anos de estudos até terminar o ensino médio. A maioria procura uma faculdade ou curso técnico. Lá se vão mais três, cinco, sete anos de estudo.

E hoje, isso não é mais suficiente, sabemos que precisamos estar sempre nos atualizando.

Então porque, quando o assunto é nossa igreja, nossa religião, que dizemos ser tão importante em nossa vida, nós paramos de aprender?

Muitas vezes, com isso, nossa fé é enfraquecida, pois é somente uma fé folclórica, de rituais, sem conhecermos a riqueza e a grandeza da nossa religião.

Experimentamos só a casquinha, sendo que há um bolo enorme a ser saboreado.

Muitos passam anos e anos na igreja e não evoluem na sua fé: ainda estão no pré-primário em matéria de religião.

E um católico deste tipo é alguém fácil de ser manipulado, pois diz seguir uma religião que conhece apenas superficialmente.

Logo ele estará sendo influenciado e começa a acreditar em um pouco de tudo, criando sua “própria” religião católica (sincretismo).

Como ele não sabe qual a sua importância e sua função na sociedade como cristão batizado, tem uma grande tendência a se acomodar e voltar à sua vida anterior, retirando Deus como prioridade em sua vida.

Sem conhecimento, não consegue entender o significado de vários acontecimentos (como a missa, por exemplo) e as atividades tornam-se vazias de conteúdo, desinteressantes e desnecessárias.

Quem também não tem conhecimento é uma pessoa fácil de ser convencida. Um bom argumentador com um pouco de paciência pode transformar católicos em evangélicos rapidamente (nós já vimos muito isso).

Pra quem trabalha diretamente com evangelização, a catequese, então, é fundamental: Como mostrar a beleza e a importância de ser atuante em uma religião se você nem conhece essa religião direito?

Ao se montar uma palestra, dependendo do tema, corremos o risco de dizer absurdos ou, no mínimo, de não termos bom argumentos.

Oração sacerdotal de Jesus (Jô 17,3) – “a vida eterna é esta: que eles te conheçam a ti, o Deus único verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo”.

Conhecimento se refere ao conhecimento Bíblico, isto é, não uma operação puramente intelectual, mas da “experiência” de uma presença. Essa presença se concretiza na Revelação do Pai pelo Filho Jesus Cristo.

Seja salvos e Conhecimento da verdade (1 Tm 2,3-4) – A salvação é o conhecimento da verdade , verdade que é Jesus Cristo, o que comporta a experiência pessoal de cada um , como diz (Jo 8,32) “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará).

Na São Benedito existe a Escola da Fé, desde 2003, com o professor Rugieri. Lá estuda-se o Catecismo da Igreja Católica, que tem como fontes:

  • Sagrada escritura
  • Santos Padres
  • Liturgia
  • Magistério da Igreja

Neste nosso projeto vamos fazer um estudo bem resumido, baseado focado nos temais de maior interesse dos participantes.

Algumas pessoas, previamente escolhida, estarão nos ajudando para passar o conteúdo de forma mais interessante, a cada reunião.

Importante: tragam a Bíblia e um caderninho de anotações.

Aprender para ir sempre mais alto – não perca esta oportunidade. Contamos com vocês!